
Protenus
Shake. Proteico. A marca que fez o saudável parecer desejo — não obrigação de dieta.
O desafio
Colocar no mundo uma loja de shakes proteicos feitos na hora em Araguari-MG — num segmento onde “saudável” virou um uniforme visual: verde-neon, foto de academia, discurso de suplemento. Quem entra nesse mercado copiando a estética fitness vira mais do mesmo no primeiro dia. O desafio era criar a marca inteira do zero, da estratégia à campanha de lançamento, e resolver uma equação difícil: vender saúde sem parecer academia, e fazer um shake proteico dar tanta vontade quanto uma sobremesa.
Solução e processo
O naming parte da matéria-prima: Protenus nasce de proteína, com sonoridade de marca grande e assinatura que reduz o negócio ao essencial — Shake. Proteico. A identidade verbal opera em micro-textos espalhados por todos os pontos de contato: “Ser saudável compensa”, “Health is the new trend”, “Sim, por favor” estampado nas sacolas. E o visual foge do fitness-neon pelo caminho oposto: paleta quente de terracota, marrom-chocolate e creme, tipografia retrô e um sistema próprio de ilustrações — personagens que correm, treinam e brindam de shake na mão — que dá à marca um universo reconhecível sem depender de foto. O sistema desce pro cardápio autoral (Tropical, Chocoffee, Banoffee, Subtropical), pras embalagens, uniformes, e até pro Protenus Running Club, que leva a marca pra rua.
Resultado e impacto
A Protenus nasce pronta pro balcão e pra rua: da fachada ao copo, do avental à sacola kraft, da camiseta do Running Club ao story do lançamento, tudo fala a mesma língua. Enquanto o segmento grita academia, a Protenus seduz como marca de desejo — quente, ilustrada, com humor — e transforma o gesto de cuidar da saúde em identidade que as pessoas querem vestir. Literalmente: a campanha de lançamento virou camiseta, meia e clube de corrida antes mesmo do primeiro shake servido.