
IZI
O site nunca foi o problema — era o sintoma. A marca do parceiro de negócio que senta na mesa.
O desafio
Construir do zero a marca de dois sócios de 19 anos que operavam como produtora de sites genérica (a antiga “Easy Web BR”) e transformá-la num estúdio de soluções capaz de cobrar por intangível. Araguari tem um digital raso — freelancers vendendo site por R$600 com template, e agências de Uberlândia atendendo por videochamada sem nunca pisar na cidade. O espaço de “parceiro de negócio presencial” estava vazio, mas o nome antigo prendia os dois ao produto mais comoditizado do mercado. O problema não era competência; era uma marca que não deixava a competência aparecer.
Solução e processo
O conceito nasceu de uma virada na imersão: o site nunca era o problema, o site era o sintoma. O que eles já faziam era diagnosticar e resolver — faltava uma marca que dissesse isso. O símbolo foi desenhado do zero: as letras i-z-i condensadas num quadrado que revela uma seta diagonal de expansão (quem sabe, lê “izi”; quem não sabe, vê um ícone forte). A identidade opera na tensão entre elegante, artesanal e minimalista — Space Mono customizada com cortes angulares pareada com a Satoshi, paleta monocromática com laranja #E45D2A como acento cirúrgico, contra o gradiente-pastel que virou o genérico do setor. Até a entrega vira experiência: material grampeado à mão e servido com café.
Resultado e impacto
A IZI entra ocupando o território que ninguém na região reivindicou: o parceiro de negócio que senta na mesa, diagnostica o problema real e fica depois da entrega — enquanto os freelancers competem por preço e as agências de Uberlândia atendem por Zoom. Uma marca pensada pra escalar desde o primeiro dia, do símbolo ao bordado do hoodie, construída pra ser defendida pelos próprios donos em qualquer mesa, sem precisar de slide.